Razões para não fazer uma dieta.


Adotar uma alimentação restrita e forçada para perder peso nem sempre é sinal de saúde.
Muita gente que exagerou nas festas de final de ano começa o mês de janeiro com a firme intenção de começar uma dieta. Mas será que restringir a alimentação para emagrecer é a melhor tática para ter uma boa saúde?

Fazer dieta para emagrecer não é sinônimo de levar uma vida mais saudável. O ideal, é adotar bons hábitos, como a prática de exercícios físicos, o consumo de alimentos que trazem bem-estar, e evitar exagerar nos doces e no álcool, por exemplo. Confira, a seguir, por que fazer dieta não é uma boa ideia.
A perda de peso não se mantém.


A maioria das pessoas perde peso nas primeiras semanas de uma dieta, mas pesquisas mostram que isso não se sustenta em longo prazo. Restringir a alimentação leva as pessoas a querer comer mais, e por isso muita gente desiste da dieta em um ou dois meses. Além disso, o corpo resiste à perda de peso. “Nosso corpo encara a dieta como uma forma de passar fome. Como mecanismo de sobrevivência, nosso metabolismo fica mais lento e há alterações nos hormônios que regulam a fome e a saciedade”, afirma a nutricionista Kathleen Meehan.

A dieta nos desconecta das necessidades do corpo.

Quem faz dieta tem que comer seguindo regras arbitrárias de alimentação, e com isso perde a conexão com seus desejos e sinais de fome. “Quando rejeitamos a cultura das dietas, descobrimos que nosso corpo possui uma sabedoria interna espantosa. Ele pode nos indicar quanto comer, quando parar de comer e quais alimentos dão mais energia”, afirma o nutricionista Aaron Flores.

O risco de comer em excesso aumenta.
Um efeito colateral das dietas é a compulsão alimentar e a vontade de devorar os alimentos que são vetados. “O corpo acaba percebendo que está sendo privado de comida e procura nutrição e energia da maneira que puder quando somos privados de alimentos, nosso corpo muitas vezes procura a forma de energia mais certeira e rápida: carboidratos simples, ou seja, açúcar.”

A demonização dos alimentos não é legal.
Muitos nutricionistas contestam a ideia de que alguns alimentos são bons e outros são maus. O que importa, na verdade, é consumir uma grande variedade de alimentos e ter moderação ao escolher os que são muito gordurosos ou açucarados. Além disso, a culpa por comer um alimento “mau” gera um estresse desnecessário. Já temos tantos motivos para nos estressar – será que precisamos realmente nos estressar com a comida também?”

A dieta reforça a ideia de que a magreza é saudável.
Perder peso nem sempre é sinal de boa saúde. “A relação entre peso e saúde é muito complexa, é muito problemático enxergar o peso como sinal de saúde, pois isso frequentemente nos leva a classificar pessoas maiores como pouco saudáveis. Temos pesquisas que indicam que um corpo mais enxuto não é indício automático de saúde melhor. Estudos também revelam que perder peso não melhora automaticamente a saúde e o bem-estar das pessoas.”

Há mais risco de ter um transtorno alimentar.
Restringir os alimentos aumenta nossa preocupação com a comida e a insatisfação com o corpo, dois fatores importantes para desenvolver um transtorno alimentar. Passar fome e perder peso podem alterar o funcionamento cerebral de indivíduos vulneráveis, perpetuando comportamentos alimentares restritivos e dificultando o retorno a hábitos alimentares normais.

Muita gente adquire hábitos não saudáveis
O fato de fazer dieta leva algumas pessoas a sentir receio ou desconfiança em relação à comida, e isso se traduz em hábitos que podem ser meio estranhos, como evitar situações sociais para não comer o que é proibido ou exercitar-se demais por ter comido em excesso. “As pessoas podem ter medo de ganhar peso com determinados alimentos ou podem autodiagnosticar sensibilidades ou intolerâncias alimentares”, afirma a nutricionista Cara Harbstreet.
Por: Viva a longevidade
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