Os riscos da automedicação em doenças transmitidas pelo Aedes

O uso de algumas substâncias aumenta chances de hemorragias e podem agravar os casos de dengue, zika e chikungunya.
Você já escutou a frase “Este medicamento é contraindicado em caso de suspeita de dengue” em alguma propaganda comercial de remédios na televisão? Certos medicamentos são totalmente contraindicados para pessoas com suspeita de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.
A cultura da automedicação brasileira deve ser evitada em todas as situações, mas, no caso de suspeitas de doenças relacionadas ao Aedes, a situação pode ser mais grave. “A mensagem principal é que ninguém faça automedicação, mas que busque sempre um serviço de saúde. Alguns remédios muito comuns nas casas das pessoas podem ser perigosos se utilizados em caso de dengue”, esclarece. Produtos com princípios ativos naturalmente anticoagulantes aumentam as chances de hemorragias e podem agravar os casos de dengue, zika e chikungunya.
Entre as medicações que estão formalmente contraindicados, o ácido acetilsalicílico, ou AAS, é o principal deles. Vários antigripais contêm o AAS na formulação, o que desperta o alerta para a importância de ler a bula dos produtos. Outros medicamentos contraindicados são os anti-inflamatórios hormonais e não hormonais, tais como o ibuprofeno, nimesulida ou diclofenaco.
Sintomas
Como saber se existe suspeita de doenças relacionadas ao mosquito? Os principais sintomas das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são:
Dengue: febre alta súbita, dor de cabeça e dor no corpo e articulações, náuseas e vômitos, também podem haver manchas vermelhas no corpo e coceira.
Zika: febre não muito alta, dor de cabeça, dor nas articulações, manchas vermelhas no corpo com coceira, vermelhidão nos olhos e cansaço, em algumas pessoas pode não ter nenhum sintoma.
Chikungunya:  doença que ocorre junto com a dengue e cujos sintomas se confundem: febre alta súbita, dor de cabeça constante, manchas vermelhas no corpo com coceira intensa e dor forte nas articulações com inchaço.
Porém, Divino Valero ressalta que algumas vezes os sintomas podem aparecer parcialmente ou nem mesmo aparecerem, como é o caso da Zika. “Alguns pacientes podem não ter nenhum sintoma, por isso, o melhor é sempre ir ao médico. Você pode tratar uma doença de forma errada e piorar a situação”, esclarece.
Prevenir é melhor que remediar
A melhor forma de prevenir a dengue, zika e chikungunya é acabar com o mosquito, não deixando nenhum recipiente acumular água. Uma tampa de garrafa com água é o suficiente para o mosquito se reproduzir.
Fonte: Blog da Saúde.

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